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Sempre em crise. De risos, de choro, de amor e de se perder. Também não sei mas espero descobrir.

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A necessidade de um break

28 fevereiro, 2017
Como dar break no meio do Carnaval, eu não sei. Na verdade, nem sei que tipo de break é esse. Acho que da vida de adulta por um tempinho só. Afinal, minha metade para o fim de 2016 foi uma coisa muito maluca. Muito mesmo, e to falando de ter ido morar em Minas Gerais e ter voltado... ah, assunto pra outra hora.

Mas sei da necessidade que eu tava de dar um break de relacionamento que não deu certo, uma casa em outro Estado que tive de abandonar e as crises que insistem em dizer oi, mas não gostam muito de dar tchau. 

Essa necessidade me tirou muito da preferência que eu tinha em ser uma pessoa "caseira". Desde que voltei de Minas, redescobri amizades incríveis que vieram me apoiando no período mais difícil da minha vida. 

FÉRIAS. Eu preciso de férias.

As minhas foram canceladas quando voltei de Minas, estavam marcadas para março e era pra eu estar saindo agorinha mesmo. Mas a cia. aérea para qual trabalho cancelou as férias e agora estou aqui sem saber ao certo quando este break virá. Mas tudo bem, tem outros breaks mais imediatos: minhas folgas, meus novos amigos, e consequentemente minhas novas saídas e as minhas novas paixões. Elas existem, e fazem um bem danado quando lembro que o mundo não terminou no meu namoro que não deu certo. Talvez o mundo tenha acabado ali por uma fração de tempo, mas o mundo sempre acaba por frações de tempo que terminam e voltam e a vida continua. Sempre.

E é a isso que tento me prender todos os dias. 

Open day da Emirates

21 abril, 2016
Hey! Back from the ashes, rs. 
Resolvi deixar documentado minhas experiências no Open day e no Assessment day da Emirates, que aconteceram dia 02 e 09 de abril, respectivamente. Resolvi relatar mais pra mim mesma, pra não deixar passar essa experiência que com certeza me fez aprender muito e para qualquer um que trombe ao acaso com essa postagem.

Dia 02 lá fui eu em direção ao Blue Tree Premium Congonhas, toda engomada à là comissária, coque donut, batom vermelho. No início do dia, tava me sentindo bem nervosa, como se algo de ruim fosse acontecer, ou talvez fosse só meu cérebro querendo tirar minha paz. A segunda opção estava certa.

Havia em torno de 250 a 300 pessoas, todas lindas. É claro, alguns sem noção, mas nada fora do esperado. O evento começou às 09h em ponto, redigido por dois recrutadores da Fly Right, empresa terceirizada que faz o processo de Open day para a Emirates aqui no Brasil. Começou com uma introdução à Dubai, à empresa, ao estilo de vida, tudo. Após isso, tempo para perguntas. Algumas perguntas bobas foram feitas, e foram respondidas de acordo. Fiquei de cara quando duas pessoas chegaram atrasadas, tipo no final da apresentação, e o recrutador falou "ei, gente, já estamos acabando aqui" e eles entraram mesmo assim, responderam ok e foram se sentar. Então ok. Obviamente, não vi essas duas pessoas no fim do dia.

Após a apresentação, fomos separados em grupos de 25 pessoas, e grupo por grupo ia entrando no auditório para as dinâmicas e testes. Eu fui do grupo C, então não tive que esperar muito tempo. Os testes foram: se apresentar dizendo nome, de onde era, o que faz, e por que a Emirates. Só isso. Quem falou coisa além disso, não passou, quem falou muito, não passou. É coisa simples, só responder com calma. Após isso, tivemos de ler cada um, em voz alta, um folheto sobre a first class da Emirates. Cada um leu um parágrafo, e isso foi só pra ver a oralidade mesmo. Após isso, o primeiro corte, e do meu grupo ficaram umas 9 pessoas. 

Intervalo de 45 minutos, voltamos para fazer o teste de inglês. Não vou dizer que foi fácil, porque das 10 perguntas (múltipla escolha), tive dificuldade em umas 3 ou 4. A redação foi tranquila, era só passar pro papel porque você queria trabalhar para a companhia, o que você já tinha respondido no primeiro teste. Outra eliminação, e mais umas 15 pessoas foram mandadas para casa. Pude respirar aliviada, mas só por ora.

Sobramos apenas dois grupos de 20 pessoas, e tínhamos de apresentar o colega que estava ao nosso lado, e dizer uma curiosidade sobre ele. Após isso, deveríamos levantar e dizer porque deveríamos ser contratados. Aí então, a recrutadora nos dividiu em mais dois grupos (Microsoft x Linux - ou algo do tipo - e Coca x Pepsi). Com isso, deveríamos discutir em grupo e tentar convencer a recrutadora a comprar nosso produto - fui do grupo da Coca. Tivemos 10 minutos para a discussão. Após as apresentações, outro corte. Do meu grupo (Coca x Pepsi), mais umas 05 pessoas eliminadas.

Depois fizemos o teste de altura, deveríamos alcançar 212 cm na ponta dos pés, e, infelizmente, uma garota não conseguiu passar. Foi bem triste, já que ela havia passado por todas as outras dinâmicas e nessa ela falhou. Deveriam ter feito isso no início do dia, mas ok né. 

Das 300 pessoas em média, 34 passaram para o Assessment Day, que vou deixar para falar em outro post porque a bíblia aqui já ficou grande. Só para esclarecer, não passei na última dinâmica do Assessment, então já fiquem avisados. Sim, eu imagino qual seja o motivo. 

Várias pessoas não passaram por causa de foto também. Fotos caseiras demais não foram aceitas. Fiz as minhas no Foto Sanjer, e elas foram aceitas de primeira, inclusive elogiadas. Valeu, Marli <3

Enfim, até outro post. Beijos e boa sorte para quem vai tentar OD ainda esse ano, já que será um por mês. Enquanto isso, fico aqui curtindo meu castigo de 6 meses.


Pouco e aos poucos

30 novembro, 2015
Depois de me formar da faculdade de Recursos Humanos, corri para fazer meu curso de comissária de voo (nossaaaa, mas o que uma coisa tem haver com a outra? meh!) e foram 4 meses bem turbulentos na minha vida. Mas finalmente acabou, passou, e espero que quando eu voltar aqui eu já esteja com a prova da ANAC realizada. (do jeito que eu demoro a aparecer, capaz que eu já esteja voando rs).

Mas ainda sinto um buraco enorme, como se estivesse faltando muitas coisas para serem ajeitadas. Minhas cicatrizes, tanto as externas como as internas. Meu inglês, que, apesar de melhor, ainda não é o suficiente. Meus devaneios, aquele meio-amor, meio-ódio, meio-quem-é-você... Mas não posso deixar que isso interfira. Não preciso deixar, só preciso ser forte. Continuar sendo, porque cá entre nós, que guerreira! Que orgulho! É, é bem por aí mesmo. Seguir por essa linha, só cuidado para não desequilibrar.

No mais, nada de novo, só as mesmas lamentações de sempre e os mesmos sonhos loucos que insistem em nunca me deixar. Graças a Deus!

"I'm a phoenix in the water, a fish that's learned to fly. And I've always been a daughte... but feathers are meant for the sky."





Bagunça all over the place.

27 setembro, 2015
Sumi. Sumi de mim. Não lembro mais quem sou. Não quero acreditar que perdi minha essência, que me perdi. Mas então o que? Como explicar as atitudes insensatas, os planos sem sentido e as loucuras que não ligo de fazer? Preciso me encontrar, e sei que estou em algum lugar aqui dentro de mim.


Querida Mi.

25 maio, 2015
Querida Mi,


Escrevo-te isso para 2 anos a partir daqui. Poderiam ser 5, poderiam ser 10. Quero 2. Porque quando se coloca numa gaveta, se esquece. Não gosto de engavetar as coisas, sei que você aí também não irá gostar; somos as mesmas. Andei lendo o que escrevemos por aqui e percebi quão frágil somos. Coração pequenininho diante da imensidão de sonhos... Quantos sonhos! Ah, Mi, que em 2 anos a partir daqui tu possas estar ledo isso com um sorriso bobo pela conquista. Conquistas. Elas virão. (você sabe como é difícil para nós sermos positivas, não? Mas aceite isso. Nós já aceitamos antes). Os invernos serão gélidos, como é sempre no nosso aniversário, mas os verões... sei que eles hão de durar. E com aquele red hat. Você vai usá-lo. Nós vamos usá-lo. E quem sabe onde estaremos 2 anos a partir daqui...

Até lá.

Sua Querida Mi.



Sobre arranjar tempo para meus projetos pessoais

18 fevereiro, 2015
Sempre fui o tipo de pessoa que pensa que quanto mais investimos em nós mesmos, mais crescemos e nos sentimos melhores e mais felizes. Tudo lindo. Pena que nunca fui o tipo de pessoa que se esforça para colocar isso em prática.

Quando estava desempregada, nem vi o tempo passar. Me dediquei ao meu inglês, ao meu francês, às minhas leituras, aos meus filmes, séries e músicas novas (e as não tão novas), aos meus textos, à minha aparência, ao ser o melhor de mim. Três meses depois eu não tenho nada disso atualizado. Que feio. É quase automática a resposta à pergunta "ué, mas por que?" ser "porque eu não tenho mais tempo!". Lorota. Meu último post foi algo sobre isso, sobre eu estar sem tempo, da vida estar corrida. Vida corrida todo muito tem. Guilty.

Como tudo o que eu posto aqui eu encaro como desafio, vou tentar encarar mais um: tirar da cabeça essa ideia furada de "tô sem tempo", e viver mais pra mim (com a presença de quem eu amo. ♥), e quero voltar a me dedicar de corpo e alma no inglês, e em cuidar de minhas feinhas cicatrizes, hihi. Now is the start.

Hey, do you hear, do you hear
that sound?
It's the sound of the lost gone found.
It's the sound of a mute gone loud.
It's the sound of a new start...



Nós

31 janeiro, 2015
Estive pensando em você.
Embaixo da Torre, olhando para o Arco.
Queria que estivesse comigo além do meu pensamento.
Queria que existisse o nós aqui assim como imagino os nós dos nossos dedos.
Juntos.
Comecei a andar.
Te vi no detalhe intrínseco da pedra talhada da Igreja.
Na pirâmide cristalizada do museu.
Nas casinhas que em suas janelas transpiram amor.
Amor.
Ah, como queria que estivesse aqui.
O céu opaco, o rio serpenteante e o sol fraco poente chamam pelo seu nome.
Ou talvez esses sejam só os meus pensamentos.
Nós.
Entrelaçados.
Amalgamados.
Só a minha mente.
Não existe nós.
É liso, plano e simples.
Mas estive pensando em você.


It's a new beggining...

02 janeiro, 2015
Oh, wow. Estive fora por meses. Não só daqui do blog, como também das minhas redes sociais. É incrível como tanta coisa muda quando nós queremos ver sentir desfrutar respirar essa mudança.

Há alguns meses atrás, decidi que não trabalharia mais com a minha família. Nem na área da minha faculdade (recursos humanos). Eu não nasci pra isso, então por que tenho que fazer isso? Pedi demissão e meu tio me olhou como se eu fosse louca. Talvez ele estivesse certo. Ainda bem.

Uma proposta interessante surgiu exatamente dois dias depois. Um amigo de longa data pediu-me para que eu fosse dar aulas na escola de idiomas dele. Aceitei, e durante meu treinamento senti que estava faltando algo... Ou que algo não estava no lugar. Eu sabia, só não queria admitir que esse algo era eu mesma.

Depois de mais alguns dias, fui em um dos melhores shows da minha - oh, wait! todos os shows que vou são "um dos melhores da minha vida" sempre, enfim, relevem, foi bompracaralhoanyway viva 30 seconds to mars!!! - e, na fila do show, fazendo amizades incríveis e inesquecíveis e me sentindo bem pela primeira vez em meses, recebi um e-mail. Com uma proposta melhor ainda.

Quem me conhece ou quem já foi louco o suficiente pra ler qualquer coisa desse blog, sabe. Eu sou apaixonada viciada vidrada pela aviação. E fui pra entrevista de uma certa cia. aérea. Não era minha Emirates me chamando, mas era cia. aérea. Era um lugar onde eu sei que me encaixo. Era aviação.

E lá fui eu. Mais de 100 pessoas na entrevista, um calor infernal e o cansaço do show, mas eu estava lá. Pensei em ficar desanimada pela quantidade de pessoas, mas resolvi pensar positivamente pelo menos daquela vez. Só fechei a portinha da escuridão dentro da minha mente. E passei pra próxima fase. E pra próxima. E pra próxima. Passei cinco etapas mais a espera interminável insuportável da espera pela ligação. Mas eu sabia que eles ligariam. E ligaram mesmo.

O mais legal é que uma amiga minha que estava no show junto comigo, recebeu a mesma proposta para esse emprego no aeroporto. Ela foi comigo e passou comigo, mas o destino resolveu mostrar-nos quem realmente éramos uma para a outra e vimos que não havia espaço na vida uma da outra para aquela amizade dar certo. Durou 5 anos e acabou. Ficam as lembranças boas, agora somos só colegas de trabalho. Que pena. Mas nós sabemos das nossas prioridades.

Tudo mudou tão rápido que me enche de tontura alegria afobação e vontade de continuar nesse caminho, porque dessa vez eu sei que tô no certo. É nas nuvens que eu quero chegar.

E eu vou chegar.


Alice

13 outubro, 2014

Completamente apaixonada por essa versão de Alice no País das Maravilhas e Alice Através do Espelho. Comprei pela Editora Salamandra, no Salão do Livro que ocorreu em Guarulhos, por R$79,90.

As ilustrações, a capa, o texto, o espaçamento, o cheirinho de novo, as páginas lisinhas e a delícia de ler cada uma delas...









Will & Will - Um nome, um destino

25 setembro, 2014

Comprei Will & Will na Bienal do Livro de São Paulo sem saber nada sobre ele. Me apaixonei pela cor da capa, sério (talvez eu seja daquelas que julgam o livro pela capa, erm). Mas acabei levando quando vi o nome do John Green impresso. E acabei comprando o Quem é Você, Alasca? também.

Quando eu o peguei, meu amigo disse "esse livro é um romance gay". Depois que eu terminei de ler, vi que discordei dele. O livro é um romance e ponto.

As vidas dos Will são completamente diferentes até que elas, em uma noite improvável, se conectam de uma forma mais improvável ainda. Um está esperando o amigo de longa data que foi a um show, e outro está procurando um amigo a qual nunca vira antes. O livro não é sútil, sua escrita não é sútil - muito pelo contrário, é carregado de palavras pesadas e palavrões - mas de alguma forma consegue ser simples. São dois autores, e apesar de eu nunca ter lido um livro do David Levithan, pude perceber de cara qual Will que o John Green escreveu. Como sempre, ele é cheio de comédia e o jeito John Green de escrever: personagem atrapalhado, calado, inteligente, sarcástico e que enumera os pensamentos.

O final é apropriado, não decepcionando, e com uma lição de bom tom sobre os costumes sociais e aceitar o próximo com todos os seus defeitos.


7 músicas para cantar no Karaokê

18 setembro, 2014
Oeeee! Cheguei! Perceberam minha animação? Essa é a animação de uma garota (aka euzinha) que acabou de pedir demissão de um emprego que não aguentava mais e está com planos, ideias e projetos futuros. Aguardem.

E para combinar com a minha animação, nada melhor do que cantar. Ueba! Amo karaokês, lembro-me muito bem de quando eu colocava aquele DVD "as 100 melhores músicas para karaokê", chamava os primos e fazia a festa. Pois sim.

 Olha só as músicas que eu mais gostava/gosto de cantar:


1- Luka - Tô nem Aí



Joga tudo pro ar, liberaaaaa! Tô nem aí mesmoooo! (aloka!)

2- Kelly Key - Baba Baby



Um marco na vida de toda menina que tinha de 12 a 16 anos na época em que Kelly Key estava no auge. Confesso que me sentia a própria Kelly Key cantando. Baba, baby!

3- Sandy e Junior - Dig-dig Joy




Todo mundo gostava dessa música. Não tinha como não gostar.

4- Shakira - Whenever Wherever



Não, eu não sabia cantar essa música. Mas adorava fingir que sabia (ainda adoro, by the way) HAHAHA.

5- Backstreet Boys - I Want it That Way



Essa tinha direito até a coreografia. Saudades.

6- Britney Spears - ...Baby One More Time



E foi nessa época que meu amor por Britney apareceu. Fazer o que né, gente. Paciência, ué. Hihi. Canto essa música no chuveiro até hoje, aliás.

7- Avril Lavigne - Complicated



Só Deus sabe explicar o quanto eu amava cantar essa música. Saudades Avril Lavigne oldschool quebradora de guitarras e adepta da gravata com polainas sim!!!

Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais.

Não desista, persista

11 setembro, 2014
Isso é só um ~daily reminder~ pra mim mesma não desistir. Pra persistir. Ainda falta muito tempo, ainda tem muito chão pela frente e a vontade de jogar tudo pro alto é muito, muito grande. Tem tantos obstáculos que só de pensar em passar por cada um deles, fico exausta. Mas eu vou. Vou passar por cada um deles porque eu sei que o que me espera no final vai valer a pena. É isso.


Imagem via We Heart It.

Blog Day 2014!

31 agosto, 2014
Eeee! Finalmente o dia em que vou indicar os blogs mais lindos que já tive o prazer de dar o clique chegou! Ao mesmo tempo em que foi muito difícil escolher os blogs (nesse mês, passei a fazer parte do Rotaroots, ou seja, conheci muito conteúdo ótimo), foi fácil dizer "que lindo! Esse vai pro meu post do Blog Day!". Enfim, sem mais delongas, vamos às categorias:

5 BLOGS PARA SAIR DA ROTINA:                                                                             .

I Could Kill For Dessert: Andei visitando bastante esse blog nos últimos meses - apesar de quase nenhuma das minhas receitas terem dado certo pois sou uma péssima cozinheira. O blog é lindo e temos vontade de fazer todas as receitas. Certamente vou continuar visitando e tentando melhorar minhas habilidades culin/rias, hihi.

Larissa na Estrada: O blog da Larissa é ótimo para quem quer conhecer um pouco mais da cultura de outros lugares - ela mora na Tailândia! Além disso, o blog dela tem dicas de moda, maquiagem, beleza e outras coisitas do universo feminino. 

Finestrino: Outro blog de viagens (imagina que eu nem gosto de viagens, né?), o Finestrino tem dicas de literalmente qualquer lugar que você pensa em viajar. Sempre quando estou indo para um destino novo, dou uma passada lá porque as dicas das meninas são incríveis: o que fazer, o que comprar, onde ir, onde ficar, o que comer, como se locomover. Também vale para quem só quer sonhar um pouquinho...

Sernaiotto: O Sernaiotto é ótimo para quem quer dedicar um tempinho a mais ao blog. As dicas dela são maravilhosas e vão desde um simples calendário para se organizar até como estimular as ideias para sempre ter o que postar. Fora que o conteúdo dela em si é bastante interessante e já fiquei várias horas lendo as postagens. 

Lomogracinha: É um blog de fotos, mas com várias dicas de aplicativos, edições e tem sempre flickrs lindos indicados lá. Um amor que só. ♥

5 BLOGS QUE NÃO SAEM DO MEU FEED:                                                                  .

Hello Lolla: O blog da Lolla é um daqueles blogs que fazem a gente querer morar fora imediatamente. Ela compartilha o cotidiano dela em Londres, através de legendas lindas e fotos mais lindas ainda. 

Iemai: A Emi passa um sentimento maravilhosa através das fotos e textos dela. Postagens cotidianas, pensamentos, dicas. Vale muito a visita, gente, juro.

Diario Ciumento: O blog da Mari é cheio de textos, poesia, crônicas e pensamentos. Cada texto um mais lindo e profundo que o outro, e as fotos ilustrativas são sempre delicadas. A Mari se expressa muito bem através das palavras e é um dos únicos blogs do gênero que eu sempre - sempre mesmo - visito. E sempre me arranca um sorriso quando vejo postagem nova. 

Não Provoque: Sempre fui fã do conteúdo da Paula. Me identifico muito com o estilo dela e acredito que ela é dona dos melhores looks do dia da blogosfera, hihi. 

Toffee Drops: O link do Toffee Drops também nunca sai do meu feed. Sou completamente apaixonadaaaa pelas fotos que ela posta. Principalmente as do Iphoneography. É muita habilidade, minha gente, que qué isso! Uma gracinha de blog, mesmo.

5 BLOGS QUE CONHECI ATRAVÉS DO ROTAROOTS:                                                .
(ressalto aqui, mais uma vez, que entrei no grupo do Rotaroots esse mês, conheci bastante blog legal, mas foi um período curto para acompanhar todos os que conheci. Todos os indicados abaixo foram os blogs que eu conheci no grupo do Facebook e acabei voltando mais de uma vez neles - e que já estão salvos no feed! :D)

Blog Refugio: Postagens cotidianas, muita delicadeza e um blog lindo!

Pale September: Também me identifiquei com o estilo da Tany, amo as postagens e to sempre por lá pra ver as novidades dela. 

Maçãs Verdes: Achei a temática do Maçãs Verdes parecida com o meu, principalmente na parte de "resmungos", ehehehe. Also, amo resenhas. ♥

Querido Click: Achei o Querido Click na lista dos (lindos) blogs que estavam lá na page do Rotaroots e foi amor a primeiro click. Um blog minimalista e cheia de coisicas lindas.

Coisas de Alexia: A Aléxia é uma linda e seu conteúdo mais ainda. E o layout desse blog, gente... ahazô. Os posts são todos bem gostosos de ler.

Weeee! Estão aí minhas indicações para o Blog Day! É muito bom indicar coisas boas para as outras pessoas. Não vejo a hora de ver as indicações da galera. Beijos, beijos!





Bad luck comes in three

19 agosto, 2014
Comecei a escrever esse post rindo da minha própria desgraça - melhor do que chorar, né. Aliás, já chorei bastante no fim de semana, então agora só resta rir mesmo. Não que o que tenha acontecido comigo tenha sido muito trágico, até porque não foi. Só não consigo lidar muito bem com frustrações, aí choro mesmo. Oh, well.

Gosto muito de cozinhar. Fazer sobremesas então, eu adoro (no wonder why). Aí eu entro nesses blogs de culinária, principalmente o I Could Kill for Dessert e invento de me aventurar na cozinha... ai, ai. Essa semana inventei de fazer um brownie de kit kat. Ficou horroroso, quase chorei quando vi, mas tinha sorvete de creme em casa então ficou, assim, comestível. Depois fui tentar fazer um simples! bolo! de! chocolate!!! E ficou todo embatumado, não queria desinformar e queimado nas bordas. Qual é meu problema? Quem erra um simples bolo de chocolate mesmo??? Eu. Acho que nunca serei pra casar mesmo.

Vou pro curso de inglês pra descobrir que meu nome tava rodando em sorteio pra participar do musical de natal. Até aí tudo bem, posso fazer parte dos bastidores e adoro decorar, decoração de natal então principalmente. Mas é claro que não, né. Bad luck comes in three. Eu vou é atuar mesmo. Não que eu esteja reclamando, acho que vai ser tudo muito bonito, mas e a timidez eu enfio aonde? Eu faço o que com a minha fala errada e desconexa? Te vira, fia. É bem por aí.

E acabou? Não, claro que não. No mesmo dia em que descubro que to escalada para um musical, é o dia em que finalmente eu me daria uma nova câmera semi profissional de presente. Estava prestes a estrear meu cartão de crédito - porque sabe como é né, a vista num vai rolar naummmm - e simplesmente me esqueci de que cartão de crédito estreante (no meu caso, que sou pobre mesmo) tem limite. E é obvio que a câmera excedeu esse limite. Porque bad luck always comes in three.

E fica aí mais uma pra coleção de frustrações da semana. Aliás uma não. Três.



Playlist

06 agosto, 2014
Ok, hoje ainda nem é fim de semana e eu aqui postando playlist. Mas como minhas férias acabaram ontem e hoje voltam as minhas aulas da faculdade, decidi postar as três músicas que mais ouvi nesse período maravilhoso que fiquei em casa.

01. Lucy Rose - Lines. Já tinha indicado essa música em um post aqui no blog, mas eu a ouvi tanto, tanto, tanto nas férias que achei justo ela estar aqui - de novo.



02. Lifehouse - Between the Raindrops. Descobri essa música por acaso no Spotify. Aliás, descobri o spotify por acaso, hahaha. Coloquei em uma rádio e eles me sugeriram essa música, que eu instantaneamente amei e foi a segunda música mais ouvida por mim durante as férias. \o/



03. Ana Cañas - Coçando. Também já falei da Ana aqui no blog. Fala sério, essa música é a cara das férias!!! Ouvi bastante e minha mãe por alguma razão ficava brava comigo. Por que será? Dá um play aí.



E aí está, meu top 3 músicas mais ouvidas nas férias.

O que eu mais gosto de escrever no meu blog?

05 agosto, 2014

Esse post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots. 

Sempre tive muitos blogs, mas a maioria deles eu acabava abandonando por falta de tempo ou interesse. Esse blog eu já mantenho há mais tempo, porém fiz uma bela limpeza nele e excluí muitas, muitas postagens, simplesmente por crise de identidade blogueira (?). Não consigo atualizá-lo na frequência que gostaria (alô, inspiração?) e nem falo sobre tudo o que eu gostaria. Às vezes não me sinto a vontade para trazer um assunto à tona aqui e acabo nem postando nada.
Desde que comecei a faculdade, meu tempo ficou ainda mais escasso, e eu nem mesmo consigo fotografar como antigamente. Porém não consigo me desfazer desse hobby que é blogar, então, por mais que o blog fique parado por alguns (vários) momentos, to sempre por aqui para dar meu alô e falar sobre as coisas que eu gosto/acho interessante compartilhar.

Por incrível que pareça, a categoria filme é a que eu mais andei atualizando nos últimos meses. Eu tinha planos de assistir muitos filmes nas férias (que acabam hoje, aliás, sniff), porém o processo de tirar a carta de motorista + a Copa me atrapalharam e assisti bem menos do que eu queria, como eu disse aqui. Ainda assim, ainda tenho mais algumas resenhas para fazer. Espero que a faculdade colabore e que essas resenhas possam logo ir ao ar.

Outra coisa que tem me incomodado bastante é o fato de que eu não tenho fotografado quase nada ultimamente, e as poucas fotos que eu tiro não me agradam. Deve ser algum tipo de crise fotográfica sentimental (isso existe?). Não sei se quem bloga tem a neura de iliustrar os posts com as próprias fotos, mas eu tenho. E faz um tempão desde que eu ilustrei um post com a minha própria fotografia. Aliás, fiquei bastante tempo procurando uma foto minha que prestasse para ilustrar esse post. Que feio, que feio. Eu sei. Ainda pra ajudar, meu carregador da câmera está quebrado. Bom, sem desculpas.

O que eu queria dizer com tudo isso é que, filme, fotografia e inspiração são definitivamente meus assuntos preferidos e que me sinto totalmente a vontade para falar aqui no blog e que ultimamente não tenho me dedicado tanto quanto eu gostaria. Quando vi o tema desse mês lá no Rotaroots, vi a oportunidade perfeita para desabafar (e pedir desculpas, hehe).

Não vou prometer nada que eu não possa cumprir, é claro, mas vou tentar sim aumentar minha frequência de posts. Para mim, uma das melhores formas de passar meu quase inexistente tempo ocioso é com certeza blogar sobre os filmes interessantes que assisto por aí, todas as minhas (ins)pirações e as (poucas) fotos interessantes que tiro. :P

Resenha: No & Eu

30 julho, 2014

É verdade que nessas férias não assisti tantos filmes quanto achei que assistiria. Procrastinação + falta de vontade + Copa foram os culpados. Ainda assim, consegui assistir alguns interessantes e outros nem tanto. Assisti No e Eu por puro acaso, só tava zapeando pela TV quando parei no canal Max e gostei da fotografia. Alguns segundos vendo e vi que era francês. Dei uma chance.

A história fala de uma garota de 13 anos, Lou, que é superdotada e solitária. Ela conhece uma garota de rua chamada Nora - No - e logo elas viram amigas. Mas os pais de Lou não gostam de No e tentam fazer de tudo para separá-las.

Para quem gosta de diálogos marcantes e polêmicos, o filme é um prato cheio. As duas buscam na amizade improvável uma "cura" para a solidão que assolam ambas. Em vários momentos o filme faz com que esqueçamos que Lou tem apenas 13 anos. A inteligência dela é aterrorizante e dá um contraste enorme na personalidade e confusão da garota.

É uma trama quase que exclusivamente sobre como lidar com a solidão e o entrosamento das personagens principais entre si cumpre perfeitamente seu papel. Cada uma tira da outra exatamente aquilo que precisa, e o filme nos traz um final que não chega a ser surpreendente: a presença de uma mãe na vida de uma pré-adolescente.



Mania de mudanças

23 julho, 2014

Troca de layout. Troca a fonte. Troca o plano de fundo. Troca a header. Troca de novo. Ainda não tá bom, não. Talvez seja a cor? Muda aí. Tá meio estranho, mas pode ser. E foi... por dois ou três dias. Aí trocou de novo. Difícil agradar. Olha, queria que essa mania insistente de mudanças fossem só com as redes sociais, mas não. Quantas vezes eu mudei de ideia quanto a o que eu queria ser quando crescesse? Acho que se foram 20 vezes, foram poucas. Acontece que cresci e ainda não tô no lugar que eu queria. Ou eu tô e já tô querendo mudar. De novo. Às vezes até assusta. Me assusto. Ai, ai. São tantos devaneios que já tô até atrasada, só preciso trocar a cor do meu batom.


Um lugarzinho no meio do nada

07 julho, 2014
Ontem foi aniversário de um primo meu. Até aí tudo bem, todo mundo ama festas de aniversário. Porém o local da festa foi exatamente em um dos lugares que eu menos gosto de ir no mundo: um sítio antigo da família. Acabei indo por pura consideração mesmo.

Lá eu comecei a andar, andar, andar e quando me dei conta já estava bem longe do local da festa e acabei encontrando uma pequena campina com um lago. Um dos lugares mais mágicos que estive - e olha que já estive em muitos lugares mágicos.


                 


E fiquei lá perdida dentro de fantasias que insistiram em durar horas, apesar de terem parecidos meros minutos.

19 invernos

25 junho, 2014

Por mais que eu tente fazer textos bonitinhos e "ooooh, que lindo/emocionante/inspirador", tenho que admitir que não sou boa nisso. Então me perdoem por tentar mais uma vez, rs.

19 anos, pra mim, é como ter 17. Com 17 você não é mais criança o suficiente pra fazer certas coisas, porém ainda não é adulto. Ter 19 é só uma passagem para os 20. Bom, é claro, toda idade é uma passagem para outra idade (well, duh!) mas com 19 é diferente, né?... ah, sei lá, deu pra entender, vai. Geralmente, não sou muito ansiosa com aniversários (os meus aniversários. Adoro aniversário de gente próxima, vai entender). Quer dizer, tem muitas outras comemorações muito mais legais e empolgantes - o natal, por exemplo, é minha data favorita do ano inteiro. Até a Copa é mais empolgante! Sim, a Copa. Eu gosta da Copa, gente, é isso. Eu assisto aos jogos (e quando eu digo que assisto aos jogos, não to me referindo somente aos do Brasil, viu? Hehe), torço feito louca e tenho um carinho enorme pela Seleção Brasileira vai, David Luiz! Porém confesso que, esse ano, esse aniversário foi muito aguardado por mim. Não por ser meu aniversário, mas, ahn... Quase isso. Como eu deixo bem claro em quase todo post que faço aqui no blog, quero ser comissária de bordo. E quero ser de uma certa empresa que fica lá nos Emirados Árabes. Pois é. Só posso tentar passar pelo processo seletivo aos 21 anos, e esperar é, sem dúvida, a coisa que eu mais odeio fazer. Então meu aniversário é meio que um lembrete da minha eterna paciência, e fico feliz de estar indo tão bem (não que eu tivesse outra opção, mas enfim). Aceito de bom grado meus 19 aninhos.

Aliás, aqui em São Paulo hoje está sol. Gente! Sol! Sempre nos dias 25 de junho, de todos os anos, está a maior chuva e aquela melancolia toda no céu nublado e triste. Bom, é inverno, então é de se esperar. Mas acordei hoje com o sol sorrindo para mim e as nuvens branquinhas fazendo cócegas no céu azul. Eu amo o sol. Amo quando o tempo sorri pra mim. Deixa tudo mais leve, sabe?

Enfim, enfim, ainda queria divagar aqui sobre muitas outras coisas, mas como nem tudo é perfeito e nem todo céu é azul, eu preciso ir trabalhar.

Que sejam bem-vindos esses 19 anos. E que, por favor, passem depressa.
Lendo em Paris
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