Search

Tecnologia do Blogger.

About me

Sempre em crise. De risos, de choro, de amor e de se perder. Também não sei mas espero descobrir.

Follow Us

Followers

Mostrando postagens com marcador texto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador texto. Mostrar todas as postagens

Open day da Emirates

21 abril, 2016
Hey! Back from the ashes, rs. 
Resolvi deixar documentado minhas experiências no Open day e no Assessment day da Emirates, que aconteceram dia 02 e 09 de abril, respectivamente. Resolvi relatar mais pra mim mesma, pra não deixar passar essa experiência que com certeza me fez aprender muito e para qualquer um que trombe ao acaso com essa postagem.

Dia 02 lá fui eu em direção ao Blue Tree Premium Congonhas, toda engomada à là comissária, coque donut, batom vermelho. No início do dia, tava me sentindo bem nervosa, como se algo de ruim fosse acontecer, ou talvez fosse só meu cérebro querendo tirar minha paz. A segunda opção estava certa.

Havia em torno de 250 a 300 pessoas, todas lindas. É claro, alguns sem noção, mas nada fora do esperado. O evento começou às 09h em ponto, redigido por dois recrutadores da Fly Right, empresa terceirizada que faz o processo de Open day para a Emirates aqui no Brasil. Começou com uma introdução à Dubai, à empresa, ao estilo de vida, tudo. Após isso, tempo para perguntas. Algumas perguntas bobas foram feitas, e foram respondidas de acordo. Fiquei de cara quando duas pessoas chegaram atrasadas, tipo no final da apresentação, e o recrutador falou "ei, gente, já estamos acabando aqui" e eles entraram mesmo assim, responderam ok e foram se sentar. Então ok. Obviamente, não vi essas duas pessoas no fim do dia.

Após a apresentação, fomos separados em grupos de 25 pessoas, e grupo por grupo ia entrando no auditório para as dinâmicas e testes. Eu fui do grupo C, então não tive que esperar muito tempo. Os testes foram: se apresentar dizendo nome, de onde era, o que faz, e por que a Emirates. Só isso. Quem falou coisa além disso, não passou, quem falou muito, não passou. É coisa simples, só responder com calma. Após isso, tivemos de ler cada um, em voz alta, um folheto sobre a first class da Emirates. Cada um leu um parágrafo, e isso foi só pra ver a oralidade mesmo. Após isso, o primeiro corte, e do meu grupo ficaram umas 9 pessoas. 

Intervalo de 45 minutos, voltamos para fazer o teste de inglês. Não vou dizer que foi fácil, porque das 10 perguntas (múltipla escolha), tive dificuldade em umas 3 ou 4. A redação foi tranquila, era só passar pro papel porque você queria trabalhar para a companhia, o que você já tinha respondido no primeiro teste. Outra eliminação, e mais umas 15 pessoas foram mandadas para casa. Pude respirar aliviada, mas só por ora.

Sobramos apenas dois grupos de 20 pessoas, e tínhamos de apresentar o colega que estava ao nosso lado, e dizer uma curiosidade sobre ele. Após isso, deveríamos levantar e dizer porque deveríamos ser contratados. Aí então, a recrutadora nos dividiu em mais dois grupos (Microsoft x Linux - ou algo do tipo - e Coca x Pepsi). Com isso, deveríamos discutir em grupo e tentar convencer a recrutadora a comprar nosso produto - fui do grupo da Coca. Tivemos 10 minutos para a discussão. Após as apresentações, outro corte. Do meu grupo (Coca x Pepsi), mais umas 05 pessoas eliminadas.

Depois fizemos o teste de altura, deveríamos alcançar 212 cm na ponta dos pés, e, infelizmente, uma garota não conseguiu passar. Foi bem triste, já que ela havia passado por todas as outras dinâmicas e nessa ela falhou. Deveriam ter feito isso no início do dia, mas ok né. 

Das 300 pessoas em média, 34 passaram para o Assessment Day, que vou deixar para falar em outro post porque a bíblia aqui já ficou grande. Só para esclarecer, não passei na última dinâmica do Assessment, então já fiquem avisados. Sim, eu imagino qual seja o motivo. 

Várias pessoas não passaram por causa de foto também. Fotos caseiras demais não foram aceitas. Fiz as minhas no Foto Sanjer, e elas foram aceitas de primeira, inclusive elogiadas. Valeu, Marli <3

Enfim, até outro post. Beijos e boa sorte para quem vai tentar OD ainda esse ano, já que será um por mês. Enquanto isso, fico aqui curtindo meu castigo de 6 meses.


19 invernos

25 junho, 2014

Por mais que eu tente fazer textos bonitinhos e "ooooh, que lindo/emocionante/inspirador", tenho que admitir que não sou boa nisso. Então me perdoem por tentar mais uma vez, rs.

19 anos, pra mim, é como ter 17. Com 17 você não é mais criança o suficiente pra fazer certas coisas, porém ainda não é adulto. Ter 19 é só uma passagem para os 20. Bom, é claro, toda idade é uma passagem para outra idade (well, duh!) mas com 19 é diferente, né?... ah, sei lá, deu pra entender, vai. Geralmente, não sou muito ansiosa com aniversários (os meus aniversários. Adoro aniversário de gente próxima, vai entender). Quer dizer, tem muitas outras comemorações muito mais legais e empolgantes - o natal, por exemplo, é minha data favorita do ano inteiro. Até a Copa é mais empolgante! Sim, a Copa. Eu gosta da Copa, gente, é isso. Eu assisto aos jogos (e quando eu digo que assisto aos jogos, não to me referindo somente aos do Brasil, viu? Hehe), torço feito louca e tenho um carinho enorme pela Seleção Brasileira vai, David Luiz! Porém confesso que, esse ano, esse aniversário foi muito aguardado por mim. Não por ser meu aniversário, mas, ahn... Quase isso. Como eu deixo bem claro em quase todo post que faço aqui no blog, quero ser comissária de bordo. E quero ser de uma certa empresa que fica lá nos Emirados Árabes. Pois é. Só posso tentar passar pelo processo seletivo aos 21 anos, e esperar é, sem dúvida, a coisa que eu mais odeio fazer. Então meu aniversário é meio que um lembrete da minha eterna paciência, e fico feliz de estar indo tão bem (não que eu tivesse outra opção, mas enfim). Aceito de bom grado meus 19 aninhos.

Aliás, aqui em São Paulo hoje está sol. Gente! Sol! Sempre nos dias 25 de junho, de todos os anos, está a maior chuva e aquela melancolia toda no céu nublado e triste. Bom, é inverno, então é de se esperar. Mas acordei hoje com o sol sorrindo para mim e as nuvens branquinhas fazendo cócegas no céu azul. Eu amo o sol. Amo quando o tempo sorri pra mim. Deixa tudo mais leve, sabe?

Enfim, enfim, ainda queria divagar aqui sobre muitas outras coisas, mas como nem tudo é perfeito e nem todo céu é azul, eu preciso ir trabalhar.

Que sejam bem-vindos esses 19 anos. E que, por favor, passem depressa.

Pensamentos

06 junho, 2014
Sentada ao banco de passageiros, mãos agarradas ao banco e olhos seguindo o intenso fluxo de carros com seus faróis que me cegam os olhos. Troco a estação da rádio de um pop chiclete qualquer para aquela em que só passa música popular brasileira. Ana Cañas. Voz doce, melodia suave, letra bonita. Deixo aí. Olho para o relógio - 18h07 - e então olho para o céu e as cores me fascinam. Há alguém tão encantada pelo céu como eu? As cores dançam, criam formas; o rosa flamingo sobrepõe-se ao roxo e o branco passa por cima dos dois, impondo seu espaço. Olho para a janela, para um último feixe de luz solar que ilumina minhas expressões na janela embaçada. Os carros continuam com pressa e somem no horizonte. Volto a olhar para o céu, porque eu não tenho pressa para que o colorido acabe. Mas o próprio céu tem. 18h12 e o rosa flamingo já não existe mais tão imponente. O vibrante dá lugar ao melancólico, e nuvens tornam-se distantes. Tudo move-se tão depressa. Os carros, as cores vibrantes, o céu e as nuvens, os meus pensamentos que são só um emaranhado sem algum sentido. 18h21 e eu já estou em casa, mas meus pensamentos que antes estavam com pressa, voltam.

Eles não querem ir embora.


E a espera começa...

29 maio, 2014
De acordo com a informação do meu perfil, eu tenho 19 anos. Quase. Meu aniversário é só daqui 1 mês, mas já mudei na sidebar porque eu sei que se eu deixar pra mudar mais pra frente, eu esqueço. Pois bem. 19 anos. E eu ainda tenho que esperar mais 2 pra finalmente poder tentar seguir a carreira que eu quero. Até eu completar os 21, continuarei cursando minha faculdade e trabalhando aqui e ali. Bom, to mais aqui do que ali. "Pra que esperar tanto pra fazer o que gosta, afinal?" regras de processo seletivo, né. Fazer o que. A vida me deu um sonho que eu só posso começar a seguir com 21 anos, então até lá eu posso muito bem usar o tempo ao meu favor. Ah, o bichinho da aviação... Mordeu-me quando eu ainda era bem miúda. Achei que a febre passaria, mas passou não. Na verdade, as marcas da mordida só ficaram maior. Então eu espero, né. E mesmo esperando, já to me mexendo. Finalmente criei alguma vergonha na cara e me matriculei em uma escola de inglês e comecei a tratar das minhas cicatrizes do ombro. Preciso agora urgente de um dermatologista para sumir de vez com essas espinhas insistentes, mas confesso que to bem desanimada pra começar um novo tratamento. Tudo de novo. Bom, não que eu queira dizer que eu tenho tempo, mas é que eu tenho mesmo. Só tenho que tomar cuidado, eu ouvi dizer em alguma música por aí que ele escapa pelas mãos.

Move, girl!

Enquanto isso...



Aceitando mudanças

28 abril, 2014


Mudar não é fácil. Ainda mais quando estamos tão confortáveis onde estamos. Especialmente quando estamos tão confortáveis onde estamos. E pensar em se mover, sair da sua rotina, dar adeus a relacionamentos que você sabe que nunca darão certo para ir em busca de um sonho, é difícil. Porque nem sempre tomar a decisão de mudar significa só isso: tomar uma decisão. Antes fosse. Antes isso do que ter de passar pela dor da transformação. A dor da aceitação. Porque por mais cômodos e errados que alguns relacionamentos possam ser, dizer adeus nunca parece certo. Não, dizer adeus faz a sua garganta fechar como se você tivesse engolido uma enorme bola de pelos. Faz seus olhos lacrimejarem tanto que a única coisa que você vê é o embaçado caótico da resistência. Mas não há o que resistir. A vida nem sempre te dá tudo o que você quer e, quando ela oferece um sonho para seu coração, você precisa juntar os emaranhados de suas pernas e fazer com que elas se movam. E a única coisa que você pode pedir é para que elas te levem na direção certa. Porque se elas te levarem, você vai saber que todos os adeus, choros e nós na garganta, terão valido a pena. E eles valerão.

A million things

08 maio, 2013


quem é você, 
de verdade?

você não é um nome,
ou um peso ou uma altura,
ou um gênero
você não é uma idade
e você não é de onde você veio

você é seus livros favoritos
e as músicas que grudam na sua cabeça
você é os seus pensamentos
e o que você come no café da manhã
no sábado de manhã

você é um milhão de coisas
mas todo mundo escolhe ver
as um milhão de coisas
que você não é

você não é
de onde você veio
você é
para onde você vai
e eu gostaria
de ir lá 
também.

poesia adaptada de  M.K.

Sobre a segunda-feira

29 abril, 2013

Eu sei que hoje é segunda-feira e você presume que vai ser uma droga, mas de acordo com as estatísticas, hoje acontecerá mais de 5.000 casamentos, 10.000 nascimentos e 42 milhões de pessoas se abraçando durante o dia (você é uma delas?). Hoje também, haverá pelo menos 4 mil pessoas ganhando na loteria, 600 pessoas recebendo promoções no trabalho e 3.000 pessoas começarão a namorar. Também haverão 600 cachorros sendo adotados, 35.000 balões de ar sendo soltos e 800.000 balas sendo vendidas para adocicar o dia das pessoas. Além disso, a frase "eu te amo" será dita mais de 9 milhões de vezes. Então, de novo, eu sei que hoje é segunda-feira e você acha que será uma droga mas apenas sorria, porque de acordo com as estatísticas, este deveria ser um dia maravilhoso.

Astronave

26 abril, 2013

Queria poder viajar numa astronave, ir pra bem longe. Antes do lançamento, encheria a nave de recordações, meus sentimentos transcritos, caneta, papel e todo o amor que tenho nutrido por você nos últimos dias. Sumiria por um tempo e voltaria apenas quando se acabasse as galáxias novas para visitar. Visitaria planetas, asteroides e cometas. Descobria vida nova em uma galáxia distante, descreveria costumes e a cultura desses seres e seria tratado como o extraterrestre. Registraria a beleza dos cosmos com minhas palavras, sei que faltariam adjetivos. E confesso, não tenho vontade de voltar para minha terra natal, Terra. A única coisa que me mantem ainda ligado a Terra é você. Um sentimento arrebatador, de explodir o peito. Sim, não sei lidar com esse sentimento, mas cultivo na esperança do destino seguir meu roteiro. Apenas seu sorriso me faz querer voltar a pisar nesse solo egoísta e egocentrista. Já não pertenço mais a mim. Já não meço mais a distância em centímetros, metros, quilômetros... Mas o quão distante estou do seu sorriso.

Adptação minha de Pierrot Ruivo

Na estação

24 abril, 2013


Há um monte de gente na estação. Pessoas esperando para irem trabalhar, estudar, ver alguém ou simplesmente sair. Há um monte de gente na estação, mas nenhuma se compara com você. Nem sei quem é você. Na verdade, por que estou olhando para você? Você é só mais um no meio dessas pessoas esperando por um ônibus ou um trem. Confesso que seu cabelo loiro com cachos e o brilho de seus olhos chamaram-me a atenção. Ou talvez só prestei atenção porque percebi que você também presta atenção em mim. Você está aí, todos os dias, e eu aqui, todos os dias. Mas eu nem sei quem você é. Olhando nos seus olhos, posso fantasiar mil coisas sobre você. Imagino que seu nome seja Rafael... Mas também combina com Augusto. Imagino que você deve estar indo estudar agora. E enquanto você olha para mim, imagino que também imagina sobre mim. Mas só imagino, mais uma vez. Porque eu não sei quem você é, mas sei que está aí todos os dias, olhando para mim. É bobo, mas eu chego aqui na esperança de te ver, mesmo não sabendo quem você é. E quando chego aqui, eu espero por um ônibus que eu espero que nunca chegue. Mas ele chega. Você passa por mim, olha para mim, e se vai. Então eu já estou ansiosa por amanhã, porque sei que vou te encontrar aqui de novo, parado, com um pé e a cabeça encostados na parede. E olhando para mim. Eu sento no banco e encontro um papel amassado em cima de minha bolsa.

"Oi. Todos os dias eu vejo você na estação com um livro diferente.
Eles devem ser interessantes, você está sempre sorrindo ao lê-los.
Não sei se alguma vez você já reparou em mim, já que está sempre
absorta em suas leituras. Eu não a culpo, também gosto de ler. 
Nunca quis te atrapalhar, por isso nunca falei com você. Talvez um dia
eu crie coragem e fale. E espero que você sorria com o mesmo
entusiasmo que sorri quando está com um livro. Até lá."

Dou um sorriso estranho ao terminar de ler, e fico com uma sensação na boca do estômago, centenas de borboletas desenfreadas batem as asas dentro de mim. Eu não sei quem você é, mas quero desesperadamente saber.
Lendo em Paris
• Template Por Sem Guarda-Chuvas • © Todos Os Direitos Reservados •