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Sempre em crise. De risos, de choro, de amor e de se perder. Também não sei mas espero descobrir.

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A necessidade de um break

28 fevereiro, 2017
Como dar break no meio do Carnaval, eu não sei. Na verdade, nem sei que tipo de break é esse. Acho que da vida de adulta por um tempinho só. Afinal, minha metade para o fim de 2016 foi uma coisa muito maluca. Muito mesmo, e to falando de ter ido morar em Minas Gerais e ter voltado... ah, assunto pra outra hora.

Mas sei da necessidade que eu tava de dar um break de relacionamento que não deu certo, uma casa em outro Estado que tive de abandonar e as crises que insistem em dizer oi, mas não gostam muito de dar tchau. 

Essa necessidade me tirou muito da preferência que eu tinha em ser uma pessoa "caseira". Desde que voltei de Minas, redescobri amizades incríveis que vieram me apoiando no período mais difícil da minha vida. 

FÉRIAS. Eu preciso de férias.

As minhas foram canceladas quando voltei de Minas, estavam marcadas para março e era pra eu estar saindo agorinha mesmo. Mas a cia. aérea para qual trabalho cancelou as férias e agora estou aqui sem saber ao certo quando este break virá. Mas tudo bem, tem outros breaks mais imediatos: minhas folgas, meus novos amigos, e consequentemente minhas novas saídas e as minhas novas paixões. Elas existem, e fazem um bem danado quando lembro que o mundo não terminou no meu namoro que não deu certo. Talvez o mundo tenha acabado ali por uma fração de tempo, mas o mundo sempre acaba por frações de tempo que terminam e voltam e a vida continua. Sempre.

E é a isso que tento me prender todos os dias. 

Open day da Emirates

21 abril, 2016
Hey! Back from the ashes, rs. 
Resolvi deixar documentado minhas experiências no Open day e no Assessment day da Emirates, que aconteceram dia 02 e 09 de abril, respectivamente. Resolvi relatar mais pra mim mesma, pra não deixar passar essa experiência que com certeza me fez aprender muito e para qualquer um que trombe ao acaso com essa postagem.

Dia 02 lá fui eu em direção ao Blue Tree Premium Congonhas, toda engomada à là comissária, coque donut, batom vermelho. No início do dia, tava me sentindo bem nervosa, como se algo de ruim fosse acontecer, ou talvez fosse só meu cérebro querendo tirar minha paz. A segunda opção estava certa.

Havia em torno de 250 a 300 pessoas, todas lindas. É claro, alguns sem noção, mas nada fora do esperado. O evento começou às 09h em ponto, redigido por dois recrutadores da Fly Right, empresa terceirizada que faz o processo de Open day para a Emirates aqui no Brasil. Começou com uma introdução à Dubai, à empresa, ao estilo de vida, tudo. Após isso, tempo para perguntas. Algumas perguntas bobas foram feitas, e foram respondidas de acordo. Fiquei de cara quando duas pessoas chegaram atrasadas, tipo no final da apresentação, e o recrutador falou "ei, gente, já estamos acabando aqui" e eles entraram mesmo assim, responderam ok e foram se sentar. Então ok. Obviamente, não vi essas duas pessoas no fim do dia.

Após a apresentação, fomos separados em grupos de 25 pessoas, e grupo por grupo ia entrando no auditório para as dinâmicas e testes. Eu fui do grupo C, então não tive que esperar muito tempo. Os testes foram: se apresentar dizendo nome, de onde era, o que faz, e por que a Emirates. Só isso. Quem falou coisa além disso, não passou, quem falou muito, não passou. É coisa simples, só responder com calma. Após isso, tivemos de ler cada um, em voz alta, um folheto sobre a first class da Emirates. Cada um leu um parágrafo, e isso foi só pra ver a oralidade mesmo. Após isso, o primeiro corte, e do meu grupo ficaram umas 9 pessoas. 

Intervalo de 45 minutos, voltamos para fazer o teste de inglês. Não vou dizer que foi fácil, porque das 10 perguntas (múltipla escolha), tive dificuldade em umas 3 ou 4. A redação foi tranquila, era só passar pro papel porque você queria trabalhar para a companhia, o que você já tinha respondido no primeiro teste. Outra eliminação, e mais umas 15 pessoas foram mandadas para casa. Pude respirar aliviada, mas só por ora.

Sobramos apenas dois grupos de 20 pessoas, e tínhamos de apresentar o colega que estava ao nosso lado, e dizer uma curiosidade sobre ele. Após isso, deveríamos levantar e dizer porque deveríamos ser contratados. Aí então, a recrutadora nos dividiu em mais dois grupos (Microsoft x Linux - ou algo do tipo - e Coca x Pepsi). Com isso, deveríamos discutir em grupo e tentar convencer a recrutadora a comprar nosso produto - fui do grupo da Coca. Tivemos 10 minutos para a discussão. Após as apresentações, outro corte. Do meu grupo (Coca x Pepsi), mais umas 05 pessoas eliminadas.

Depois fizemos o teste de altura, deveríamos alcançar 212 cm na ponta dos pés, e, infelizmente, uma garota não conseguiu passar. Foi bem triste, já que ela havia passado por todas as outras dinâmicas e nessa ela falhou. Deveriam ter feito isso no início do dia, mas ok né. 

Das 300 pessoas em média, 34 passaram para o Assessment Day, que vou deixar para falar em outro post porque a bíblia aqui já ficou grande. Só para esclarecer, não passei na última dinâmica do Assessment, então já fiquem avisados. Sim, eu imagino qual seja o motivo. 

Várias pessoas não passaram por causa de foto também. Fotos caseiras demais não foram aceitas. Fiz as minhas no Foto Sanjer, e elas foram aceitas de primeira, inclusive elogiadas. Valeu, Marli <3

Enfim, até outro post. Beijos e boa sorte para quem vai tentar OD ainda esse ano, já que será um por mês. Enquanto isso, fico aqui curtindo meu castigo de 6 meses.


Não desista, persista

11 setembro, 2014
Isso é só um ~daily reminder~ pra mim mesma não desistir. Pra persistir. Ainda falta muito tempo, ainda tem muito chão pela frente e a vontade de jogar tudo pro alto é muito, muito grande. Tem tantos obstáculos que só de pensar em passar por cada um deles, fico exausta. Mas eu vou. Vou passar por cada um deles porque eu sei que o que me espera no final vai valer a pena. É isso.


Imagem via We Heart It.

Bad luck comes in three

19 agosto, 2014
Comecei a escrever esse post rindo da minha própria desgraça - melhor do que chorar, né. Aliás, já chorei bastante no fim de semana, então agora só resta rir mesmo. Não que o que tenha acontecido comigo tenha sido muito trágico, até porque não foi. Só não consigo lidar muito bem com frustrações, aí choro mesmo. Oh, well.

Gosto muito de cozinhar. Fazer sobremesas então, eu adoro (no wonder why). Aí eu entro nesses blogs de culinária, principalmente o I Could Kill for Dessert e invento de me aventurar na cozinha... ai, ai. Essa semana inventei de fazer um brownie de kit kat. Ficou horroroso, quase chorei quando vi, mas tinha sorvete de creme em casa então ficou, assim, comestível. Depois fui tentar fazer um simples! bolo! de! chocolate!!! E ficou todo embatumado, não queria desinformar e queimado nas bordas. Qual é meu problema? Quem erra um simples bolo de chocolate mesmo??? Eu. Acho que nunca serei pra casar mesmo.

Vou pro curso de inglês pra descobrir que meu nome tava rodando em sorteio pra participar do musical de natal. Até aí tudo bem, posso fazer parte dos bastidores e adoro decorar, decoração de natal então principalmente. Mas é claro que não, né. Bad luck comes in three. Eu vou é atuar mesmo. Não que eu esteja reclamando, acho que vai ser tudo muito bonito, mas e a timidez eu enfio aonde? Eu faço o que com a minha fala errada e desconexa? Te vira, fia. É bem por aí.

E acabou? Não, claro que não. No mesmo dia em que descubro que to escalada para um musical, é o dia em que finalmente eu me daria uma nova câmera semi profissional de presente. Estava prestes a estrear meu cartão de crédito - porque sabe como é né, a vista num vai rolar naummmm - e simplesmente me esqueci de que cartão de crédito estreante (no meu caso, que sou pobre mesmo) tem limite. E é obvio que a câmera excedeu esse limite. Porque bad luck always comes in three.

E fica aí mais uma pra coleção de frustrações da semana. Aliás uma não. Três.



Lendo em Paris
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