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Resenha: No & Eu
30 julho, 2014É verdade que nessas férias não assisti tantos filmes quanto achei que assistiria. Procrastinação + falta de vontade + Copa foram os culpados. Ainda assim, consegui assistir alguns interessantes e outros nem tanto. Assisti No e Eu por puro acaso, só tava zapeando pela TV quando parei no canal Max e gostei da fotografia. Alguns segundos vendo e vi que era francês. Dei uma chance.
A história fala de uma garota de 13 anos, Lou, que é superdotada e solitária. Ela conhece uma garota de rua chamada Nora - No - e logo elas viram amigas. Mas os pais de Lou não gostam de No e tentam fazer de tudo para separá-las.
Para quem gosta de diálogos marcantes e polêmicos, o filme é um prato cheio. As duas buscam na amizade improvável uma "cura" para a solidão que assolam ambas. Em vários momentos o filme faz com que esqueçamos que Lou tem apenas 13 anos. A inteligência dela é aterrorizante e dá um contraste enorme na personalidade e confusão da garota.
É uma trama quase que exclusivamente sobre como lidar com a solidão e o entrosamento das personagens principais entre si cumpre perfeitamente seu papel. Cada uma tira da outra exatamente aquilo que precisa, e o filme nos traz um final que não chega a ser surpreendente: a presença de uma mãe na vida de uma pré-adolescente.
Os filmes que andei assistindo
02 junho, 2014
Nunca fui muito de assistir filmes. Às vezes eu assistia um ou outro e resenhava aqui no blog, mas se eu dissesse que assistir filmes era uma espécie de hobby pra mim, eu estaria mentindo. Por alguma razão, esse ano comecei a pregar meu bumbum no sofá/poltrona e dar uma chance para o meu lado cinéfilo aflorar. Acabei assinando o Netflix e em dois finais de semana, assisti provavelmente a mais filmes do que vi no ano passado inteirinho, hehe. Também fui ao cinema ver a Angelina Jolie, diva linda maravilhosa. Mas vamos aos títulos:
Malévola: "Baseado no conto da Bela Adormecida, o filme conta a história de Malévola (Angelina Jolie), a protetora do reino dos Moors. Desde pequena, esta garota com chifres e asas mantém a paz entre dois reinos diferentes, até se apaixonar pelo garoto Stefan. Os dois iniciam um romance, mas Stefan tem a ambição de se tornar líder do reino vizinho, e abandona Malévola para conquistar seus planos. A garota torna-se uma mulher vingativa e amarga, que decide amaldiçoar a filha recém-nascida de Stefan, Aurora. Aos poucos, no entanto, Malévola começa a desenvolver sentimentos de amizade em relação à jovem e pura Aurora."
Blue Jasmine: "Uma mulher rica (Cate Blanchett) perde todo seu dinheiro e é obrigada a morar em São Francisco com sua irmã (Sally Hawkins), em uma casa muito mais modesta. Ela acaba encontrando um homem (Alec Baldwin) na Bay Area que pode resolver seus problemas financeiros, mas antes ela precisa descobrir quem ela é, e precisa aceitar que São Francisco será sua nova casa."
Orgulho e Preconceito: "Inglaterra, 1797. As cinco irmãs Bennet - Elizabeth (Keira Knightley), Jane (Rosamund Pike), Lydia (Jena Malone), Mary (Talulah Riley) e Kitty (Carey Mulligan) - foram criadas por uma mãe (Brenda Blethyn) que tinha fixação em lhes encontrar maridos que garantissem seu futuro. Porém Elizabeth deseja ter uma vida mais ampla do que apenas se dedicar ao marido, sendo apoiada pelo pai (Donald Sutherland). Quando o sr. Bingley (Simon Woods), um solteiro rico, passa a morar em uma mansão vizinha, as irmãs logo ficam agitadas. Jane logo parece que conquistará o coração do novo vizinho, enquanto que Elizabeth conhece o bonito e esnobe sr. Darcy (Matthew Macfadyen). Os encontros entre Elizabeth e Darcy passam a ser cada vez mais constantes, apesar deles sempre discutirem."
Os Delírios de Consumo de Becky Bloom: "Nova York. Rebecca Bloomwood (Isla Fisher) é uma garota que adora fazer compras e seu vício a leva à falência. Seu grande sonho é um dia trabalhar em sua revista de moda preferida, mas o máximo que ela consegue é um emprego como colunista na revista de finanças publicada pela mesma editora. Quando enfim seu sonho está prestes a ser realizado, ela repensa suas ambições."
Nem sei o que dizer desse filme, quer dizer, eu não conhecia muito bem a história da Malévola antes, só sabia que ela era má e ponto. Gostei sim do filme, gostei dos cenários, do roteiro, das atuações (quando é que a Angelina não dá um show de atuação, afinal?) e até do enredo da história. Só achei que ficaram algumas pontas soltas no filme, por exemplo, a Malévola já começa como uma espécie de fada-rainha, mas se estão contando a história dela, por que não explicam como ela se tornou tão importante? Mas enfim, o filme é bom e vale o ingresso pago.
Adorei, adorei, adorei. Esse filme traz questões sociais de uma maneira muito sutil, e mesmo a personagem principal ser a antagonista, em nenhum momento me enjoei do enredo ou da própria Cate Blanchett.
Pois é, eu nunca havia assistido esse filme. Aí o encontrei no Netflix e resolvi assistir e... não gostei. Eu nunca li o livro, então estou levando em consideração somente a obra cinematográfica. A narrativa é lenta demais, o Sr. Darcy é chatinho (desculpe sociedade) e nada de muito extraordinário acontece. Não posso negar, porém, que a fotografia é de tirar o fôlego, o figurino é maravilhoso e toda aquela formalidade é muito bonita. Também gostei do sarcasmo e da ousadia da Elizabeth.
Os Delírios de Consumo de Becky Bloom: "Nova York. Rebecca Bloomwood (Isla Fisher) é uma garota que adora fazer compras e seu vício a leva à falência. Seu grande sonho é um dia trabalhar em sua revista de moda preferida, mas o máximo que ela consegue é um emprego como colunista na revista de finanças publicada pela mesma editora. Quando enfim seu sonho está prestes a ser realizado, ela repensa suas ambições."
Outro blockbuster que eu deveria ter assistido bem antes, mas só assisti porque estava de bobeira e o Netflix me recomendou (obrigada, Netflix!). Fiquei feliz por ter assistido esse filme, não só por ter me identificado com a Rebecca (alô, consumismo), mas porque o filme me rendeu boas gargalhadas. Acredito que quase todo mundo já deva ter assistido esse filme, só faltava eu mesmo, hahaha. Mas coloco aqui uma coisa que me prendeu durante quase o filme inteiro: o cenário. Ah, Nova York... Tão linda e cara. Becky Bloom que o diga!
Se enlouquecer, não se apaixone
21 maio, 2014"Craig (Keir Gilchrist), estressado com as demandas de ser um adolescente e assustado com sua tendência suicida, decide buscar ajuda em uma clínica psiquiátrica. Internado por uma semana, ele logo é acolhido por Bobby (Zach Galifianakis), que se torna seu mentor, e se encanta com Noelle (Emma Roberts)." Sinopse via Adoro Cinema.
Assisti esse filme por uma recomendação de uma amiga. No início, achei que seria bem drama, apesar do filme ser classificado como comédia-romântica por alguns sites. Mas ele é bem leve e aborda um tema super delicado, que é a depressão. Achei a atuação do ator que faz o Craig maravilhosa, ele expressa muito bem as dúvidas e angústias de um adolescente, e acho que isso contribuiu para o cenário leve e engraçado do filme. Outra atriz que dá um show é Emma Roberts, que interpreta Noelle, uma adolescente que sofre de automutilação. Toda a temática abordada no filme (automutilação, depressão, esquizofrenia, sociopatia e problemas causados por drogas), é contrastada com um toque de humor, sendo possível assistir ao filme junto com a família, por exemplo. E a trilha-sonora é maravilhosa, juro. Nota 5/5.
Valeu o tempo gasto!
Moonrise Kingdom
29 abril, 2013"Anos 60, em uma pequena ilha localizada na costa da Nova Inglaterra. Sam (Jared Gilman) e Suzy (Kara Hayward) sentem-se deslocados em meio às pessoas com que convivem. Após se conhecerem em uma peça teatral na qual Suzy atuava, eles passam a trocar cartas regularmente. Um dia, resolvem deixar tudo para trás e fugir juntos. O que não esperavam era que os pais de Suzy (Bill Murray e Frances McDormand), o capitão Sharp (Bruce Willis) e o escoteiro-chefe Ward (Edward Norton) fizessem todo o possível para reencontrá-los."
Crítica via Adoro Cinema
Já faz um tempo que eu estava com vontade de assistir Moonrise Kingdom. Eu ouvia as pessoas falando tão bem deste filme e aí fiz um esforcinho para conseguir assisti-lo. Eis o que achei do filme: A fotografia é ótima, já que o filme se passa na década de 60, o figurino então, nem se fala. Durante todo o filme, fiquei babando nas roupas que a Suzy usava, aqueles vestidinhos vintage gracinha e meia 3/4. A atuação dos atores também é ótima, principalmente da atriz Kara Hayward, que faz a Suzy. Ela conseguiu passar ao mesmo tempo a seriedade da personagem conturbada que interpreta e o ar infantil ainda presente. Maaaas como nem tudo é ouro, achei a história fraca, acho que eles poderiam ter feito algo a mais ali... Não sei, o roteiro do filme não me agradou tanto.
Nota: [4/5]
Para quem se interessou pelo filme, o trailer segue abaixo:
Meia Noite em Paris
25 abril, 2013Olá. Estou estreando aqui no blog a tag de filmes, yay! Eu queria começar por algum filme preferido meu, mas aí percebi que meus filmes preferidos não são tão legais assim - O Retorno da Múmia é um deles, por exemplo. Um dia desses, assisti Meia Noite em Paris e resolvi resenhá-lo para vocês.
"Gil (Owen Wilson) sempre idolatrou os grandes escritores americanos e sonhou ser como eles. A vida lhe levou a trabalhar como roteirista em Hollywood, o que fez com que fosse muito bem remunerado, mas que também lhe rendeu uma boa dose de frustração. Agora ele está prestes a ir a Paris ao lado de sua noiva, Inez (Rachel McAdams), e dos pais dela, John (Kurt Fuller) e Helen (Mimi Kennedy). John irá à cidade para fechar um grande negócio e não se preocupa nem um pouco em esconder sua desaprovação pelo futuro genro. Estar em Paris faz com que Gil volte a se questionar sobre os rumos de sua vida, desencadeando o velho sonho de se tornar um escritor reconhecido."
Sinopse via Adoro Cinema
Comecei a assistir esse filme pelo óbvio: O cenário. Eu não havia lido nada a respeito do filme, nem sabia do que se tratava, mas eu sabia que o cenário seria Paris. Então fui ver.
No começo, o filme já te prende pela trilha sonora totalmente francesa - a sensação de estar caminhando por Paris é gigante, ainda mais com toda aquela apresentação de cenário inicial. Para os amantes de literatura, um ponto a mais.
A fotografia do filme é linda. Como se não bastasse vermos Paris atual, somos transportados para Paris do século XIX. A atuação dos atores é boa, mas não é para menos, o elenco é ótimo. O filme é meio indie, então é uma boa pedida para quem gosta de filmes desse gênero, tipo eu o/
Para quem ficou interessado, confira o trailer:
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